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Cultura e ODS 13: como transformar ação climática em projeto cultural

Ícone do ODS 13 da ONU – Ação contra a mudança global do clima – ao centro do círculo com os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

Há temas que exigem mais do que presença na programação cultural: exigem reposicionamento. A emergência climática é um deles. Para o setor cultural, isso significa compreender que clima não é apenas assunto de conferência, campanha educativa ou evento temático. É também território, memória, saber social, repertório alimentar, modos de produção e formas de imaginar o futuro.

Nesse contexto, o ODS 13 — Ação Contra a Mudança Global do Clima — oferece uma chave especialmente fértil para produtoras culturais. Ele permite pensar a cultura em duas frentes complementares: como campo capaz de valorizar conhecimentos históricos de adaptação a eventos extremos e como linguagem poderosa para formar consciência pública, mobilizar comunidades e induzir mudanças de prática.

É nessa articulação entre herança biocultural, educação e ação institucional que projetos culturais podem contribuir de maneira concreta para a Agenda 2030.

O que propõe o ODS 13

O ODS 13 tem como objetivo:

“Tomar medidas urgentes para combater a mudança do clima e seus impactos.”

Duas metas são particularmente estratégicas para o campo cultural:

Meta 13.1 — “Reforçar a resiliência e a capacidade de adaptação a riscos relacionados ao clima e às catástrofes naturais em todos os países.”

Meta 13.3 — “Melhorar a educação, aumentar a conscientização e a capacidade humana e institucional sobre mitigação, adaptação, redução de impacto e alerta precoce da mudança do clima.”

Essas duas metas ajudam a organizar um pensamento mais sofisticado sobre cultura e ação climática. A primeira convida o setor a reconhecer e valorizar formas de conhecimento que já existem em comunidades e territórios. A segunda amplia o horizonte: além de aprender com esses repertórios, a cultura pode atuar na formação de novas percepções, novos hábitos e novas responsabilidades institucionais.

Meta 13.1: adaptação climática também é conhecimento cultural

Uma das contribuições mais importantes da Ecologia Humana é mostrar que adaptação não deve ser entendida apenas como resposta técnica. Ela também é uma construção social e cultural, desenvolvida historicamente na relação entre pessoas, recursos, território e ambiente.

No capítulo “Ecologia Humana: a ciência das partes e do todo”, Marcella Gomez, Érika dos Santos Nunes e Geraldo Jorge Barbosa de Moura observam, com base em Pires e Craveiro (2011), que a Ecologia Humana produz conhecimento para compreender a relação entre o ser humano e seu ambiente, buscando responder qual é o lugar do homem na natureza. A referência citada pelas autoras é: PIRES, I. M.; CRAVEIRO, J. L. Ética e Prática da Ecologia Humana: questões introdutórias sobre a ecologia humana e a emergência dos riscos ambientais. Lisboa: Apenas Livros, 2011.

Essa formulação é valiosa porque ajuda a deslocar a percepção comum: práticas culturais não são apenas expressão simbólica de uma realidade ambiental. Muitas vezes, elas são também formas acumuladas de leitura do clima, manejo dos recursos e organização da vida diante da instabilidade.

O semiárido como repertório de convivência

No livro Os Saberes Populares no Viés da Ecologia Humana, os organizadores destacam que comunidades e povos tradicionais da Caatinga “desenvolveram técnicas de adaptação e manejo às condições ambientais da região, construindo um imenso conhecimento dos recursos naturais locais”, além de uma diversidade de interações com plantas, animais e ciclos da natureza, transmitidas entre gerações.

Essa passagem é decisiva para o campo cultural. Ela sugere que há inteligência climática inscrita em modos de vida, crenças, práticas produtivas e memórias coletivas que ainda hoje estruturam a convivência com contextos de seca, calor intenso e escassez de recursos.

No capítulo “A Ecologia Humana e as Gentes do Sertão Nordestino”, de Feliciano José Borralho de Mira, Wellington Amâncio e Maria José Gomes de Andrade, os autores afirmam:

“A transmissão dos conhecimentos socioambientais das gentes do Sertão baiano envolve vários experimentos entre a Natureza e os grupos etno-culturais.”

Em seguida, mostram que a vida no sertão implica adequação apoiada em “bioindicadores naturais” e em sistemas de cultivo ligados à produção familiar de algodão, mandioca, milho, palma, feijão-de-corda, macaxeira e batata, sustentados por “saberes arcaicos e tradicionais” e pela “reprodução de memórias”.

Para produtoras culturais, esse raciocínio abre uma trilha muito concreta: projetos alinhados ao ODS 13 podem reconhecer esses conhecimentos como patrimônio vivo e, ao mesmo tempo, como repertório social de adaptação climática.

Memória e oralidade como tecnologias de permanência

A dimensão da memória aparece com força no capítulo “As relações homem-animais nas canções de Luiz Gonzaga”, de Adriana Anadir dos Santos, Carlos Alberto Batista Santos, Eliane Maria de Souza Nogueira e Ednilza Maranhão dos Santos. As autoras escrevem:

“É importante ressaltar a importância das memórias e da herança biocultural no processo de transmissão do conhecimento através da oralidade”.

Na sequência, registram, com base em Toledo e Barrera-Bassols (2009), que “o recurso mais importante na vida do povo indígena e rural é a memória”.

Essa formulação interessa diretamente à cultura porque mostra que oralidade, canção, narrativa e transmissão intergeracional não são apenas dimensões identitárias. São também formas de conservar conhecimento sobre território, ambiente e sobrevivência coletiva.

Saberes de previsão e leitura do ambiente

Outro estudo relevante para essa reflexão é Os “Doutores das Secas” no Contexto da Política de Desenvolvimento Regional do Nordeste, de José Weyne de Freitas Sousa. O autor mostra que as experiências sertanejas de previsão da quadra chuvosa fazem parte de “um conjunto de práticas de convivência com a natureza”, associadas historicamente à permanência social em contextos de estiagem.

Ao mencionar tradições ligadas a datas como Santa Luzia e São José, o estudo evidencia que a leitura popular do clima sempre envolveu observação ambiental, repertório simbólico e tomada coletiva de decisão. Para o campo cultural, esse dado é especialmente importante: ele ajuda a tratar esses saberes não como curiosidade regional, mas como formas históricas de inteligência territorial.

O que projetos culturais podem fazer com esse aprendizado

Quando um projeto cultural incorpora a Meta 13.1 com maturidade, ele deixa de usar comunidades tradicionais apenas como tema ou ambientação. Passa a reconhecê-las como formuladoras de conhecimento.

Isso pode significar, por exemplo, desenvolver ações de memória oral sobre secas, cheias e estratégias de convivência com o ambiente; criar residências artísticas com mestres de tradição, agricultoras, povos indígenas e guardiões de memória; promover mostras e publicações sobre cultura alimentar, sementes crioulas, calendários ecológicos e práticas de manejo; ou ainda registrar cantos, narrativas e repertórios que condensam experiência ambiental acumulada ao longo de gerações.

A mudança mais importante está na abordagem. A pergunta deixa de ser “como representar essas culturas?” e passa a ser: como escutar, documentar, remunerar e fazer circular esses conhecimentos com dignidade, profundidade e método?

Meta 13.3: cultura como educação, consciência e mobilização

Se a Meta 13.1 convida à escuta dos territórios, a Meta 13.3 convoca o setor cultural a agir no campo da formação pública. E esse é um terreno em que a cultura tem potência singular.

No artigo “What can the arts do in the face of climate change?”, publicado pela Pursuit / University of Melbourne, Christiaan De Beukelaer sustenta que as artes podem ajudar a construir uma cidadania ecológica global e tornar a crise climática mais tangível para o público, aproximando-a da experiência social e afetiva. Em termos práticos, o texto reforça uma percepção já bastante presente entre profissionais da cultura: informação técnica, isoladamente, raramente produz mobilização duradoura; a arte, por sua vez, atua no campo da experiência, do símbolo e da imaginação coletiva.

Esse argumento é especialmente relevante para produtoras culturais. Ele mostra que oficinas, festivais, exposições, ações de mediação, experiências sonoras, visuais ou participativas podem ser mais do que estratégias de sensibilização. Podem ser dispositivos concretos de formação de consciência climática.

Um exemplo brasileiro: Bike Música

Um caso interessante dessa pedagogia incorporada ao próprio formato do projeto é o festival Bike Música, apresentado em reportagem de Mariana Sgarioni, no iG Economia. A proposta prevê shows gratuitos em espaços públicos de São Paulo com som e iluminação alimentados por energia gerada por bicicletas pedaladas pelo público. A reportagem informa que o projeto articula sustentabilidade, gratuidade e participação direta da audiência na dinâmica energética do evento.

O ponto mais forte dessa experiência está justamente em tornar visível aquilo que costuma permanecer invisível: a relação entre energia, esforço, consumo e infraestrutura. Em vez de apenas falar sobre sustentabilidade, o projeto transforma o tema em experiência sensível. E isso é profundamente coerente com a Meta 13.3.

Dois exemplos internacionais: patrimônio cultural e ação climática

A UK Research and Innovation (UKRI) anunciou, em 2024, cinco projetos voltados ao enfrentamento da mudança climática por meio do patrimônio cultural. Entre eles, dois casos merecem atenção especial porque mostram, com bastante clareza, como cultura, educação e política pública podem atuar juntas. O primeiro é o projeto indonésio Mobilising Cultural Heritage towards Environmental Education: A Focus on Indonesia, liderado por Francesca Salvi, da University of Nottingham. O segundo é o projeto jordaniano Integrating Cultural Heritage into Climate Policy in the Middle East, liderado por Bill Finlayson, da University of Oxford. (UK Research and Innovation)

No caso da Indonésia, o projeto parte de um diagnóstico muito concreto: o país combina alta dependência de combustíveis fósseis, continuidade do desmatamento e extrema vulnerabilidade climática, agravada por sua condição de maior arquipélago do mundo, exposto à elevação do nível do mar e ao aumento das inundações. A proposta é fazer com que o patrimônio cultural deixe de ser apenas tema de preservação e passe a ser incorporado como recurso pedagógico para a educação climática no ensino básico. O projeto trabalha, especificamente, com a inclusão de referências culturais locais em materiais para escolas primárias, em diálogo com o processo de incorporação de clima, sustentabilidade e educação ambiental ao currículo nacional indonésio. (GtR)

Há um aspecto especialmente interessante nessa iniciativa: ela nasce também como crítica à predominância de materiais educacionais produzidos em contextos ocidentais, que nem sempre dialogam com repertórios culturais locais. Por isso, o projeto propõe uma educação climática “responsiva ao lugar”, cocriada com escolas e organizações culturais de diferentes regiões da Indonésia, e apoiada em releituras ecológicas de heranças religiosas e culturais locais. Entre os parceiros aparecem o Ministry of Education/Culture da Indonésia, o Mosintuwu Institute, a Tumbuh School e a Solidaritas Perempuan Flobamoratas, o que mostra uma articulação entre poder público, sociedade civil e educação. A própria trajetória de Francesca Salvi, na University of Nottingham, reforça esse desenho: sua pesquisa se dedica justamente a abordagens de educação ambiental que sejam territorializadas, participativas e sensíveis a diferentes contextos geoculturais. (GtR)

Na Jordânia, o projeto Integrating Cultural Heritage into Climate Policy in the Middle East atua em outra frente, igualmente estratégica: a formulação de política pública. A iniciativa parte do entendimento de que a região do Oriente Médio e Norte da África enfrenta aumento de temperaturas, mudanças imprevisíveis no regime de chuvas, secas e enchentes repentinas, ao mesmo tempo em que concentra sítios patrimoniais de relevância global. O projeto propõe integrar, de forma pioneira na região, política climática e política de patrimônio, com foco em sítios como Petra, As-Salt, o Baptism Site e Jericho, articulando também pressões de turismo, desenvolvimento territorial e sistemas tradicionais de manejo da terra. (GtR)

O desenho institucional do projeto também chama atenção. Ele foi desenvolvido em parceria com a Petra National Trust (PNT) e com o apoio de redes ligadas ao projeto EAMENA da University of Oxford, reunindo agências governamentais, ONGs, gestores de sítios patrimoniais, autoridades locais e comunidades. Um de seus principais resultados previstos era a elaboração de um White Paper alinhado ao documento atualizado da UNESCO sobre ação climática para o patrimônio mundial. Depois, esse trabalho avançou para recomendações públicas mais amplas: a proposta publicada em 2025 apresenta uma agenda que inclui abordagem holística do patrimônio, mapeamento de riscos e vulnerabilidades, fortalecimento de capacidades, coordenação multissetorial, adaptação, mitigação e financiamento. Em outras palavras, trata-se de um esforço para transformar o patrimônio cultural em componente efetivo da governança climática jordaniana. (GtR)

Os dois casos são particularmente relevantes para o setor cultural porque recusam uma visão passiva do patrimônio. Na Indonésia, o patrimônio aparece como base para formar novas gerações em educação climática situada e culturalmente pertinente. Na Jordânia, ele surge como eixo de formulação institucional e planejamento público. Em ambos, o patrimônio deixa de ser apenas algo ameaçado pela crise climática e passa a atuar como recurso ativo de educação, mobilização e resiliência. (GtR)

O que o setor cultural precisa rever em sua própria prática

A reflexão proposta pela Philea, no artigo “Arts and Culture for a Climate of Change”, é especialmente útil porque desloca o debate da linguagem para a estrutura. O texto defende que o papel da arte e da cultura diante da mudança climática é multifacetado e propõe ações como criar políticas verdes institucionais, defender políticas culturais ambientalmente responsáveis, integrar critérios ambientais no financiamento, proteger patrimônio e direitos culturais dos impactos climáticos, investir em adaptação cultural e apoiar artes voltadas à eco-crise.

Para produtoras culturais, essa contribuição é importante porque afirma algo que o setor ainda precisa amadurecer: não basta abordar o clima na curadoria. É preciso incorporá-lo também à operação. Mobilidade, energia, resíduos, cenografia, cadeia de fornecedores, comunicação, circulação e uso de materiais fazem parte da coerência climática de um projeto.

Ações possíveis dentro de projetos culturais

A incorporação do ODS 13 pode ganhar forma em diferentes escalas. Entre as ações mais promissoras, destacam-se:

1. Valorizar saberes territoriais de adaptação

Projetos podem registrar e difundir conhecimentos populares e originários ligados à convivência com seca, cheia, calor extremo e escassez hídrica, criando acervos orais, mostras, publicações, podcasts e processos de transmissão intergeracional.

2. Transformar o próprio formato do evento em experiência educativa

A lógica do Bike Música mostra que a infraestrutura também pode comunicar. Mostrar de onde vem a energia, como os resíduos são geridos, quais materiais foram reduzidos ou como a mobilidade foi pensada pode ser parte da experiência do público.

3. Integrar critérios climáticos à produção

Planos de redução de descartáveis, priorização de fornecedores locais, revisão de materiais cenográficos, incentivo a transportes coletivos e protocolos ambientais simples já podem alterar de maneira concreta o impacto de um projeto.

4. Atuar na proteção de patrimônio ameaçado

Projetos culturais também podem mapear vulnerabilidades de acervos, festas, práticas e lugares de memória diante de enchentes, secas e eventos extremos, desenvolvendo estratégias de salvaguarda e adaptação.

5. Apoiar obras e mediações sobre a eco-crise

Exposições, festivais, laboratórios, residências e programas educativos podem abordar justiça climática, memória ambiental, racismo ambiental, direitos territoriais e transição ecológica de forma crítica e acessível.

Sugestões de indicadores

A contribuição de um projeto cultural ao ODS 13 se fortalece quando há alguma forma de mensuração. Não se trata de burocratizar o processo, mas de transformar intenção em método.

Indicadores de conteúdo e mediação

  • número de atividades formativas sobre clima e território;

  • número de mestres, pesquisadoras, lideranças comunitárias ou indígenas envolvidos;

  • presença de saberes tradicionais na curadoria;

  • produção de materiais educativos ou registros de memória.

Indicadores de alcance

  • público presencial e online;

  • número de escolas, coletivos ou territórios mobilizados;

  • participação em oficinas, rodas de conversa e mediações;

  • engajamento em campanhas públicas ligadas ao projeto.

Indicadores de operação

  • percentual de fornecedores locais;

  • redução de descartáveis;

  • adoção de plano ambiental;

  • soluções implementadas para mobilidade, energia ou logística de menor impacto.

Indicadores de legado

  • acervos orais e documentais produzidos;

  • continuidade de parcerias territoriais;

  • critérios ambientais incorporados a editais, regulamentos ou processos internos;

  • protocolos de adaptação institucional criados a partir do projeto.

Perguntas estratégicas para produtoras culturais

Antes de afirmar que um projeto está alinhado ao ODS 13, vale fazer algumas perguntas simples e decisivas:

  • O clima aparece apenas como tema ou altera também a forma de produzir?

  • O projeto reconhece comunidades e territórios como portadores de conhecimento?

  • Há alguma medida concreta de redução de impacto operacional?

  • A proposta produz aprendizagem pública verificável?

  • Existe legado institucional, territorial ou educativo após o encerramento da programação?

Conclusão

O ODS 13 oferece ao setor cultural uma oportunidade rara de atuar ao mesmo tempo no campo da memória e no campo da transformação.

De um lado, estudos em Ecologia Humana e experiências históricas do semiárido mostram que a adaptação climática já está presente em práticas culturais, alimentares, produtivas e orais transmitidas ao longo de gerações. De outro, experiências contemporâneas mostram que a cultura pode ampliar consciência pública, mobilizar comunidades e rever práticas institucionais.

Quando essa ponte é construída com consistência, a cultura deixa de apenas comentar a crise climática.

Passa a ajudar a sociedade a aprender com ela — e a responder a ela.

Referências e aprofundamento

Organização das Nações Unidas. Goal 13: Climate Action; Transforming our world: the 2030 Agenda for Sustainable Development.

SGARIONI, Mariana. “Força no pedal: festival usará energia gerada por bicicletas”. iG Economia, 22 set. 2025.

UK Research and Innovation (UKRI). “Five new projects tackle climate change with cultural heritage”. 16 dez. 2024.

PHILEA. “Arts and Culture for a Climate of Change”. 15 nov. 2022.

DE BEUKELAER, Christiaan. “What can the arts do in the face of climate change?” Pursuit / University of Melbourne, 1 out. 2019.

NOGUEIRA, Eliane Maria de Souza; ANDRADE, Maria José Gomes de; ANDRADE, Wbaneide Martins de; SANTOS, Carlos Alberto Batista dos (orgs.). Os Saberes Populares no Viés da Ecologia Humana. Paulo Afonso: SABEH, 2016.

GOMEZ, Marcella; NUNES, Érika dos Santos; MOURA, Geraldo Jorge Barbosa de. “Ecologia Humana: a ciência das partes e do todo”, em Os Saberes Populares no Viés da Ecologia Humana.

MIRA, Feliciano José Borralho de; AMÂNCIO, Wellington; ANDRADE, Maria José Gomes de. “A Ecologia Humana e as Gentes do Sertão Nordestino”, em Os Saberes Populares no Viés da Ecologia Humana.

SANTOS, Adriana Anadir dos; SANTOS, Carlos Alberto Batista; NOGUEIRA, Eliane Maria de Souza; SANTOS, Ednilza Maranhão dos. “As relações homem-animais nas canções de Luiz Gonzaga”, em Os Saberes Populares no Viés da Ecologia Humana.

PIRES, I. M.; CRAVEIRO, J. L. Ética e Prática da Ecologia Humana: questões introdutórias sobre a ecologia humana e a emergência dos riscos ambientais. Lisboa: Apenas Livros, 2011.

SOUSA, José Weyne de Freitas. Os “Doutores das Secas” no Contexto da Política de Desenvolvimento Regional do Nordeste.

Posso fazer uma última lapidação de estilo para deixá-lo com ainda mais “cara de publicação”, com título alternativo, linha fina e intertítulos mais autorais.

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